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Café com Ademar
Texto nº 102 · Família · 28 ago 2020

O BEIJO, A DIFÍCIL CONQUISTA DO LIMITE

Por Ademar · 1 min de leitura

É claro que você conhece a história ou as histórias do beijo. São muitas: o beijo de carinho; o beijo cantado em prosa, versos, poesias e canções; o beijo do cumprimento; o beijo da bandeira; o beijo do adeus; o beijo da concretização de um negócio (em algumas culturas, o beijo é como se fosse um contrato registrado em cartório); o beijo do noivo, na celebração do casamento; o beijo da mãe.

Enfim, beijos e beijos. Afinal, beijos são beijos. Fala-se até no beijo da morte (não se assuste), certo? Nem sempre, amigo. Por esses dias, fiquei emocionado com a história do beijo. Dona Maria Goreth, minha esposa, é professora de aluno especial, e ela comentava sobre a evolução de um deles, melhor dizendo, de uma delas - são duas meninas. As aulas são online, mas é boa a interação professora aluna/aluna professora. E a professora brilhou os olhos quando comentou que uma de suas alunas, depois de sucessivas aulas, conseguiu repetir o gesto de mandar beijos.

Dá pra imaginar o valor dessa conquista? Simples, não? Não. Não é simples. É o alcance de um limite, e não se supera limite com facilidade. Qual é o seu limite? Qual o nosso limite? O céu é o nosso limite, como dizemos? No caso, o céu, como limite da aluna, foi apenas repetir o gesto de mandar beijos. VIVA AS CONQUISTAS. VIVA A SUPERAÇÃO DE LIMITES. VIVA O BEIJO.

Escrito em 28 de agosto de 2020, no Facebook.

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