
O Ademar
Pai, avô e homem de fé.
Escreve de Brasília sobre o que a vida ensina devagar.
Durante anos ele escreveu no Facebook. Agora os textos moram aqui, cada um com a data em que foi escrito: são 161 desde 2015.
“Já falei que não sou cronista, mas gosto de observar o cotidiano.”
Quem lê pode deixar um recado no fim de cada texto. Ele é avisado de cada um e responde quando pode.