ENTÃO, CONTINUANDO
Por Ademar · 1 min de leituraHoje chego aos 68 anos. Um amigo, sempre que nos falamos, diz carinhosamente - fala velhinho! Eu gosto disso, assim como gosto quando meus filhos dizem - fala paizão. Um cabrinha com 1 metro e 60 centímetros leva a terminação ÃO. Essas são as maiores homenagens - as homenagens cotidianas, do dia - a - dia, as que o dia nos oferece. A idade pra mim não é um número matemático. 68 anos não dizem nada, assim como vida não é apenas estar vivo, mas vivenciar, aprendendo com pessoas, coisas, erros e acertos.
Alguns me acham com um pouco de serenidade. Penso que umas das razões disso, é que não costumo ver fantasmas, ou seja, não curto dramas, lamentações, desculpas. O que foi, foi; o que é, é. Costumo dizer que a pessoa de quem mais gosto sou eu mesmo, claro.
Mas isso é um mecanismo automático, inconsciente, para se gostar da vida, das coisas, das pessoas, dos familiares, do que fez, do que faz e não desperdiçar energia pensando no que não fez. Parabéns, Ademar e toda a família Rocha, como diz Guilherme, meu filho. Obrigado, Deus por me permitir tudo isso. VIVA A VIDA!
Escrito em 21 de outubro de 2024, no Facebook.
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