ANONIMATO PURO/PURO ANONIMATO
Por Ademar · 1 min de leituraHoje, neste domingo mesmo, em caminhada matinal, me aproximei de um desses seres humanos que carregam na face triste a escritura do abandono e anonimato. Apertei-lhe a mão; sem articular uma palavra, ele beijou a minha mão. Suas companhias eram 2 garrafas (cachaça) fazias e umas traças. Deixei com ele o suficiente para tomar café com pão na padaria.
Mas a minha mente não desgrudou daquela figura. Impaciente, à tarde foi novamente ao seu encontro, mas ele não quis conversa comigo. Entendi a cena foi embora, triste, mas fui. Que Deus ilumine aquela alma.
Escrito em 5 de agosto de 2018, no Facebook.
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